
As pataniscas duras estão aí... O prometido é devido e finalmente existe um blog para as gajas que mandavam bocas no Duros de CO. Não é nada contra eles, apenas um espaço mais feminino... as Pataniscas São Duras
domingo, novembro 13, 2005
novidade
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sexta-feira, novembro 04, 2005
esclarecimento
Correm uns boatos que mudei de sítio na 2ª circular...Continuo benfiquista...Estou é a trabalhar no Sporting!
E como um trabalho nunca vem só, a partir de segunda-feira vou voltar ao meu emprego para os lados da Areia Branca... yuppi!!!
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quarta-feira, outubro 12, 2005
mais uma vez...
| Your Inner Child Is Surprised |
![]() You see many things through the eyes of a child. Meaning, you're rarely cynical or jaded. You cherish all of the details in life. Easily fascinated, you enjoy experiencing new things. |
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domingo, outubro 09, 2005
iguarias
... o rib redimiu-se... depois de uma escolha para esquecer... levou-nos a um sítio fantástico...
O solar dos amigos não é perto, mas vale a pena...
:) aqui fica a prova ...
Bom apetite!
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segunda-feira, outubro 03, 2005
terça-feira, setembro 27, 2005
afinal, até tenho algum talento...
| Your Hidden Talent |
![]() Your natural talent is interpersonal relations and dealing with people. You communicate well and are able to bring disparate groups together. Your calming presence helps everything go more smoothly. People crave your praise and complements. |
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terça-feira, setembro 20, 2005
há dias assim...
esta música passou todo o dia comigo...
não resisti a colocá-la aqui...
Volcano
Don't hold yourself like that
You'll hurt your knees
I kissed your mouth and back
But that's all I need
Don't build your world around volcanoes melt you down
What I am to you is not real
What I am to you you do not need
What I am to you is not what you mean to me
You give me miles and miles of mountains
And I'll ask for the sea
Don't throw yourself like that
In front of me
I kissed your mouth your back
Is that all you need?
Don't drag my love around volcanoes melt me down
What I am to you is not real
What I am to you you do not need
What I am to you is not what you mean to me
You give me miles and miles of mountains
And I'll ask for what I give to you
Is just what i'm going through
This is nothing new
No no just another phase of finding what I really need
Is what makes me bleed
And like a new disease she's still too young to treat
Volcanoes melt me down
She's still too young I
kissed your mouth
The Blower's Daughter – Damien Rice
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sexta-feira, setembro 16, 2005
... o CHOCOLATE... [upgrade]
Esta receita já aqui esteve...
agora fica a foto para ilustrar ...
Bolo da Cuca
2 chávenas de açucar light
2 chávenas de farinha
1 chávena de óleo (uso só meia)
4 ovos inteiros
Misturam-se todos estes ingredientes, ao mesmo tempo e só com colher de pau. Quando estiver bem misturadinho, adiciona-se:
1 chávena de chocolate (Nesquick ou mistura de chocolate quente - a da cadbury´s ou a da nestle são óptimas).
Depois de tudo bem envolto, juntamos 1 chávena de água a ferver e mexemos novamente para ficar homogéneo (vai ficar uma massa um pouco liquida mas depois fica muito nice).
Depois é só deitar numa forma untada com manteiga e polvilhada com farinha, num forno pré-aquecido a 180º , durante 40 minutos (menos se espetarem um palito e sair limpo).
Boas dietas... :)
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Labels: vícios
é tão bom...
Amanhã estava a planear ir um bocadinho à praia, no final do dia, mas com estas condições meteorológicas nem me importo de ficar em casa...
Tinha tantas saudades do cheiro a terra molhada! Abri a janela e assaltou-me completamente! Viva a chuva e a trovoada...
PS - tou maluca...mais ainda!
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quinta-feira, setembro 15, 2005
mail...
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quarta-feira, setembro 07, 2005
[...]
Tenho saudades da tua trança, que me deixavas pentear por horas a fio…
Tenho saudades das tuas pernas onde me encostava para fazer as primeiras letras e os primeiros números…
Tenho saudades de comer a tua maçã assada e o teu peixe cozido com manteiga…
Tenho saudades das tuas mãos e da tua bola e dos teus beijos maravilhosos…
Sinto a tua falta quando entro no teu quarto, sim porque ainda continua a ser o quarto da avó…como sentia 6 meses por ano, quando estavas em casa da tia…e lá entrava e só via a cama e o sofá…
Sinto a tua falta quando os almoços são caóticos e se devia por ordem na mesa e depois davas um sorriso magnífico…
Hoje farias 103 anos…
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terça-feira, setembro 06, 2005
o último brilho
Senta-se com um ar cansado no banco do jardim…abandona-se agora só, no local onde, com ele, muitas vezes se abandonou aos caprichos do desejo!
Quer estar só! Conseguiu magoá-lo o suficiente para que partisse, sem a deixar de amar.
Ao longo dos anos, o amor dela foi-se habituando a ele, a ela, ao hábito…e para ela isso era sacrilégio…
O banco do jardim onde estava sentada tinha deixado de ser significado de desejo, prazer, loucura…para ser mais um sítio em que se entregava com enfado; ou mesmo saturada.
Tinha um amigo no início, e com um amigo ficou no fim. Tentou mudá-lo à sua imagem; depois percebeu que não devia amar-se a si mesma; não que não fosse importante, mas não significativo quando existe no outro.
Ele foi-se deixando mudar; mas acabou por se arrepender da submissão a que se entregava. De qualquer forma com a esperança de a reconquistar; preparou-lhe uma noite especial.
Com a chave que possuía do seu ninho, entrou e preparou-lhe um manjar… as suas especialidades e os gostos dela estavam lá…temperados com muita ternura…
A lareira acendeu-a ele, escolheu o vinho e esperou-a. Pelo seu sorriso leve, pelo olhar vivo e brilhante com o qual seria brindado.
Como a conhecia…Ela entrou e apesar do passado, abraçou-o. Continuava a sentir-se protegida naqueles braços enormes mas delicados.
O jantar foi como tantos outros, com muitos sorrisos, risos, gargalhadas… com aroma a despedida. Não se atreviam a nomear, identificar ou lutar sequer, porém ambos o sabiam. Queriam preservar o momento, imortalizá-lo, aquele que seria talvez, o último brilho dos seus olhos…
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segunda-feira, setembro 05, 2005
outros olhares
Fogem dos outros olhares que poderão guardar um sofrimento maior que o pessoal. O egoísmo não os quer encontrar porque podem diminuir a possibilidade de auto-comiseração.
Mas quem os censura? É incerto o resultado: será positivo ou negativo? Ninguém sabe… é uma experiência que adormece o espírito, o olhar, a voz e o sentir…
E a espera mata a vida mais um pouco. É menos um raio de sol; uma brisa; um pássaro; um sorriso familiar; um minuto em paz…
Depois vem o carrinho que tenta aconchegar um pouco o estômago e a alma. O chá como calmante do espírito.
Todos sabem que partilham carimbos; riscos; máquinas; mas os seus são sempre maiores; piores; dolorosos … cada um com o seu; só para si; que mais ninguém quer agarrar…
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domingo, setembro 04, 2005
:::ceia hominus divinus:::
Ao desafio, eles responderam destemidos ... o jantar estava óptimo (nunca duvidámos) ... as caipirinhas fantásticas ... e agora fomos nós as desafiadas ... vai ser dificil equipararmo-nos, mas vamos tentar!!!
Levámos uma tareia com filmes mirabolantes ... e ficam algumas imagens do resto da noite... mas obrigada duros!:)
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